quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Quero...

Quero ser mais, quero ser maior,
Quero ter força, quero lutar!
Quero sair, quero gritar…
Gritar alto, bem alto… aos céus
Quero ser eu… uma expressão, um momento, um sorriso.
Quero ter mais, quero dar mais.
Quero ser o infinito e ir mais além.
Quero sonhar. Deixem-me sonhar.
Quero esperança… Dêem-me esperança.
Quero chorar, quero sorrir… quero ser humana.
Quero ver, ouvir e sentir.
Quero escrever e não ter de voltar atrás.
Quero o céu azul, quero o mar e quero amar.
Quero ser comandante… quero comandar e conquistar.
Quero os ‘meus’ sempre por perto.
Quero ser feliz…

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Funchal/Lisboa 5/jan/2009

"Senhores passageiros, vamos iniciar a nossa descida para Lisboa. Endireita as costas das mesas e fechem(!?).... Perdão!!! Endireitem as costas das cadeiras e fechem as mesas..."

Porque é que já ninguém bate palmas quando termina a viagem de avião? Acho que é uma tradição que deveria-mos manter viva.
Lanço então o apelo: VAMOS TODOS BATER PALMAS QUANDO TERMINARMOS AS VIAGENS DE AVIÃO!

sábado, 13 de dezembro de 2008

As Memórias que Nunca se Apagam

Venho por este meio dar o meu contributo à divulgação do filme madeirense em questão.
Há um dia recebi o seginte mail:

"Caros amigos e amigas,

O filme “As Memórias que Nunca se Apagam” realizado por mim (Eduardo Costa) e pelo Dinarte Freitas, e que conta ainda com a participação especial do consagrado actor madeirense Virgílio Teixeira, está perto da sua conclusão. Neste momento estamos na fase de pós produção áudio.
Queremos apresentar o filme numa sala digna mas os apoios continuam a não aparecer.
De recordar que este é o primeiro filme madeirense, feito por madeirenses, com meios madeirenses e mesmo assim não se encontra integrado nas comemorações do Funchal.
O título do videoclip sugere aquilo que sentimos “Tudo me Dobra Pena” ou seja temos pena…
Entretanto mando o link (...) deste projecto que tem como objectivo principal a divulgação do filme através da música, de salientar que este só foi possível com a preciosa colaboração do: Gabinete Coordenador de Educação Artística através dos professores Carlos Gonçalves e Virgílio Caldeira, do estúdio do Paulo Ferraz, do compositor Jorge Salgueiro, da cantora Vânia Fernandes e dos músicos Nana Khachkalyan, Rostyslav Kuts, Iryna Bandura.(...)"

Aproveito então a deixa para postar, em primeiro lugar, a música de promoção do filme: "Tudo me Dobra Pena", seguido do trailer oficial.

P.S.: reparem bem na banda sonora do trailer... adivinha-se um filme com grande qualidade!

domingo, 30 de novembro de 2008

Sigur Rós@Campo Pequeno - 11/11/2008


Sei que é um pouco tarde para falar do dito concerto (sim, já lá vão 20 dias), mas é preciso muito, mas muito tempo, para interiorizar a ideia de que, finalmente, vi umas das minhas bandas preferidas (quem estou a enganar… eu adoro os gajos, são a minha banda preferida, pelo menos até ao momento).


Em primeiro lugar quero falar-vos de For a Minor Reflection. De origem islandesa, abriram, de forma energética, as honras, com três músicas. Impressionante o facto dos cerca de 8 mil espectadores terem caído aos pés de tais desconhecidos.
Após a saída de For a Minor Reflection, assistimos a uma eterna espera de 20 minutos, enquanto se afinavam os instrumentos e se preparava a entrada, mais do que esperada, do quarteto islandês.


Foi sob uma ensurdecedora ovação que a banda fez a sua entrada no palco, e entoaram então os primeiros acordes de Svefn-g-englar… (memorável).


Por entre o Islandês, o Hopelandic e o estranho inglês de Allright, fiquei com a sensação de que, quando abandonei o recito do Campo Pequeno, havia acabado de acordar de um sonho, um sonho muito, mas muito bom.


De resto, muito provavelmente estariam à espera de uma descrição detalhada do concerto mas, pelo menos para mim, resume-se apenas a uma palavra: Indescritível. As críticas, essas, ficam para os que se dizem entendidos e não têm a maturidade de ver além do óbvio, porque a arte não é convencionalmente perfeita.
Este foi um daqueles concertos em que mil palavras não chegam. Simplesmente limitamo-nos a sentir.


P.S.: Ainda estou à espera da multa.
P.S.2.: Saca Rolhas…

Takk…

Escolhendo a Próxima Leitura - 'O Destino Turístico' de Rui Zink


"O melhor destino é aquele que nos faz sentir em casa"

"-Uma pessoa aprende a amar o que tem. Se for dor, que seja."

sábado, 22 de novembro de 2008

'' Vou tornar a madeira independente e conquistar a Europa ''

Portanto, e muito resumidamente…

Vou ser eleita presidente da Região Autónoma da Madeira, consequentemente, serei sucessora do estimado AJJ.

Cerca de três meses depois de assumir responsabilidades, adopto uma política absolutista, torno a Madeira independente, visto que, nos três meses anteriores, terá sido dada ordem para cultivar vários tipos de “plantas recreativas” o que nos dará uma forma de atingirmos a independência financeira (sim, seremos uma espécie de “New Holanda”). A entrada na terrinha passará a ser fortemente controlada.

O primeiro passo no que concerne à expansão territorial será dado ali para os lados dos Açores, visto estes terem boas terras e uma base toda jeitosa (Lajes).

Depois, e com muita facilidade visto que os indivíduos estarão demasiado entretidos com o futebol para se aperceberem, ire-mos tomar conta da Península Ibérica.

(Pensando bem, e após aconselhamento do estratega de serviço, nesta primeira fase ficamos apenas com Portugal. Espanha virá logo a seguir ao golpe irlandês)

(Atenção: Todas as terras conquistadas (sem confrontos sangrentos, esperemos), adoptarão a dita “Lei Verde”, ou seja, serão a favor da paz e da felicidade.)

Seguidamente, e já com os franceses a pensar: "bem, esta gaja conquistou a península, agora vai avançar para cá"… Não! Avançamos para a Irlanda e, consequentemente, o Reino Unido será Nosso.

Entretanto, pensei estabelecer amizade com o amigo Obama mas, por razões que não vou aqui referir, achámos mais conveniente o amigo Fidel.

P.S.: muita da informação estratégica foi omitida.

Daniela “Napoleona” Ferreira

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Fácil! Facilitismo! Facilitar:

Hoje em dia tudo é tudo fácil…
É fácil ganhar dinheiro, é fácil ter uma casa, é fácil ter uma família, é fácil arranjar uma dívida para o resto da vida, é fácil vender a alma ao diabo…
É difícil viver! Sociedade facilmente iludida com fantásticas histórias ‘cor-de-rosa’. Problemas supérfluos, ocos como a casca de um carvalho no centro de uma urbanização repleta de podridão… é a vida!